Já tradicional entre os médicos que atuam com Neurofisiologia Clínica no Brasil, a Jornada tem o objetivo de proporcionar atualização científica na prática. Sempre que possível, as atividades são realizadas com equipamentos reais — apresentação e discussão de casos clínicos e demonstrações práticas e interativas.
O programa é dividido em cinco áreas: Eletroencefalografia, Eletroneuromiografia, Polissonografia, Monitoração Neurofisiológica Intraoperatória e Neuromodulação. Em cada área serão realizados diferentes módulos, cada um com foco em uma prática diferente.
Cada módulo combina aula teórica e demonstração prática com aparelhos, insumos e modelos — clique para abrir os detalhes de cada bloco.
Abertura científica do dia, conduzida em conferência magna.
Onde termina o traçado e começa a decisão clínica
Quando tratar o EEG e quando tratar o paciente · o papel do EEG na classificação das síndromes epilépticas de 2022 · variantes da normalidade e artefatos · discussão geral
Espasmos epilépticos além da infância clássica: armadilhas diagnósticas e biomarcadores eletrográficos
Cirurgia da epilepsia temporal: quando o EEG redefine a hipótese anatômica
Descargas frontais ou generalizadas? Bissincronia primária ou secundária? O eterno dilema da propagação rápida
Discussão aberta com painelistas
Com os avanços da neuroimagem, qual a contribuição da atividade elétrica cerebral na definição cirúrgica? ECoG nos países onde o SEEG ainda não está consolidado.
VEEG — entre o escalpo e a profundidade: o que eletrodos profundos revelam e como fazer a suspeição no escalpo. Discussão geral.
EEG em UTI: monitorização contínua realmente mudou desfechos?
Continuum ictal-interictal: conceito útil ou zona cinzenta perigosa?
Encefalopatias epilépticas e/ou do desenvolvimento na UTI: o que é preciso saber?
EEG em UTI
Traçado de EEG ambulatorial
Desafios em VEEG
O que aprendemos com as novas tecnologias.
aEEG neonatal: triagem funcional ou ferramenta neurofisiológica definitiva
EEG pediátrico na prática diária: padrões raros que não podem passar despercebidos
ESES/CSWS em 2026: redefinindo critérios, prognóstico e tratamento
Ondas trifásicas, status não convulsivo e encefalopatia metabólica: ainda confundimos demais?
Crise epiléptica com EEG normal: até onde o exame pode falhar?
Artefatos modernos em EEG digital: quando a tecnologia cria o erro. Discussão geral e encerramento
Diretrizes técnicas para otimizar a relação sinal-ruído nos registros eletrofisiológicos, com foco na configuração de parâmetros instrumentais e identificação de artefatos.
Índice de cocontração aplicado na caracterização de distúrbios motores espásticos e distônicos, e como estimativa da falha dos mecanismos espinhais na síndrome da pessoa rígida.
PREP, período silente, RCS e termografia — demonstração das técnicas e discussão sobre interpretação de resultados, protocolos e aplicações práticas.
Frequência cardíaca à inspiração profunda, manobra de Valsalva, FC ao levantar, pressão arterial ao levantar e análise espectral do ECG em repouso.
10 estações de 20 minutos com dados clínicos e eletroneuromiográficos que desafiam o diagnóstico diferencial de quadros superpostos, com manobras de ativação muscular e técnicas de ENMG/US.
10 estações de 20 minutos abordando amiotrofia neurálgica, mononeuropatias compressivas e miopatias distais de membros superiores.
Posicionamento, parâmetros e sensores da PSG
Estadiamento e marcação de eventos
Duas sessões práticas consecutivas de montagem de exame, com técnico, explorando variações do método.
Aula teórica sobre tipos de PSG e aplicação, seguida de aula prática com aparelhos de PSG domiciliar.
Panorama do estado atual das ferramentas de estadiamento automático em polissonografia.
Aula teórica seguida de oficina prática com vídeos de PSG complexos.
Ferramentas neurofisiológicas para avaliar anestesia adequada à monitorização: EEG, análise espectral (CSA, DAS), TOF e EMG. Podemos fazer a correlação com o BIS? Influência de determinadas drogas "inócuas" nos nossos registros.
Aplicando conceitos básicos de neurofisiologia para explicar por que estimulamos e registramos da forma como fazemos: registro agulha x superfície, longe x perto, tipos e posição de terra, distância cátodo x ânodo, entre outros.
Como configurar o aparelho para os diversos métodos de otimização.
PESS trigeminal e em cirurgias de base de crânio, utilidade e alternativas. PESS do ulnar: quando utilizar? PESS de safeno em LIF's, PESS dermatomérico: conceitos, dificuldades e limitações.
Utilidade em cirurgias de tronco cerebral e do APC: tumores e descompressão microvascular. Melhores montagens, troubleshooting, critérios de alarme.
Aspectos práticos: montagens e relação com amplitudes, influência do EEG, eletrorretinograma. Troubleshooting. Possibilidade em cirurgias retroquiasmáticas? Correlação com déficit pós-operatório.
H, V-VII, V-XI, V-IX/X, V-XII.
Bulbocavernoso, genitoinguinal, cremastérico, H do tibial.
Abertura e alinhamento de expectativas do módulo prático de Estimulação Magnética Transcraniana.
Mecanismos básicos da EMT; pulso simples, repetitivo e theta-burst; parâmetros básicos; tipos de bobina e estimuladores
Segurança, regulamentação e uso clínico responsável
Indicações clínicas; EMT em depressão, dor e neurologia
Treinamento supervisionado no uso da EMT
XIX Jornada Brasileira de Neurofisiologia Clínica · Hotel Radisson Barra · Rio de Janeiro – RJ
Garantir inscriçãoEspaço reservado para as marcas parceiras da XIX Jornada Brasileira de Neurofisiologia Clínica.